No Nada que me cerca
No Nada que eu sou.
Uma luz rasga a escuridão.
Vómitos de saliva
Sangue corroído,
Sementes ácidas.
Transfusões de dias
Encerrados dentro de aço,
Gritos imundos.
Ser um Nada...
Ser Tudo!
E lá nada ter.
No fluir arrastado dos segundos,
A escuridão rasga sonhos fétidos,
Prenhez de dádivas celestes,
Ansiosos mártires sombrios.
No fluir arrastado dos segundos,
O tempo não se faz húmus,
O tempo faz-se em pulsares,
Pó de estrelas moribundas.
No sempre constante...
No sempre etéreo...
No sempre vazio...
No sempre imenso
Persistir do tempo,
Os segundos fluem,
Arrastados...
Pela minhas podridão...
A escuridão rasga sonhos fétidos,
Prenhez de dádivas celestes,
Ansiosos mártires sombrios.
No fluir arrastado dos segundos,
O tempo não se faz húmus,
O tempo faz-se em pulsares,
Pó de estrelas moribundas.
No sempre constante...
No sempre etéreo...
No sempre vazio...
No sempre imenso
Persistir do tempo,
Os segundos fluem,
Arrastados...
Pela minhas podridão...
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