Sofri...
Mas no leve fluir da minha miséria nada mais encontrei que não o vazio.
Esperei-te perto duma parede sem porta...
Abri uma janela sem vento,
Abri uma sepultura que já estava fechada.
Morte imunda que me foges...
Será o desejo de Morte apenas uma prova que amo a vida?
Sou um resto de carne...
Uma alma que erra por dores atrozes outrora odiadas.
Tenho os braços matizados de sangue e Morte,
Tenho as veias sedentas de sémen de Loucura...
Porque apenas o vazio enche os dias?

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