há na forma desenhada do teu cabelo,
o destino que me feriu.
a derrota do teu corpo,
manchando de suor os lençóis,
na súplica do dia que morre,
vaza as horas do seu tormento.
rasgar a ferida cicatrizada,
perder o que nunca se teve,
arrastar pelo vento
o grito sufocado,
de uma alma dilacerada
pelo vazio do teu riso...
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