Porquê?

Na sua voz um murmúrio... No compasso incandescente da multidão dos mutilados, o ribombar de certezas perdidas no pó e no sangue. Quando ele se viu assim indefeso e só, a lágrima que floresceu afogou a sua Dor... Um grito que rasga, o murro no vento, o seu corpo prostrado no chão frio... na terra indiferente à sua solidão...





















Jean Jacques Henner "Solitude"

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